Os melhores filmes de 2020

Um atípico até dizer chega, mesmo no que se refere a produção audiovisual. Destaco aqui algumas obras que me marcaram de alguma maneira ou foram importantes pra aliviar toda tensão. É isso, feliz novo ciclo!

  1. Estou pensando em acabar com tudo (Charlie Kaufman)
  2. High life (Claire Denis)
  3. Jóias brutas (irmãos Safdie)
  4. Nunca, raramente, às vezes, sempre (Elza Hittman)
  5. Você não estava aqui (Ken Loach)
  6. Borat fita de cinema seguinte (Jason Woliner)
  7. Soul (Peter Docter)
  8. Alice Júnior (Gil Baroni)
  9. Druk (Thomas Vinterberg)
  10. O som do silêncio (Michael Tyburski)

Os melhores filmes de 2019

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Fechando a década com mais uma listinha, essa de melhores filmes de 2019. Profunda admiração por cada um deles. Hollywood novamente devendo uma produção realmente interessante. O cinema respira pela veia autoral.

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Os melhores filmes de 2012

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2012 foi um ano especial justamente pelo lançamento de filmes como Febre do Rato, Drive e A Separação. Obras memoráveis. Pra completar as listas de melhores da década.

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Os melhores filmes de 2011

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Republicação da lista de melhores filmes que vi em 2011. Servindo assim pra completar a década em publicações. Leia o resto deste post »


Os melhores filmes de 2018

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Um grande ano para o gênero do terror em contexto global. Outra excelente temporada do cinema autoral no Brasil – ainda que fiquemos devendo nas bilheterias. De maneira geral, saiu tanta coisa incrível esse ano que foi uma tarefa árdua fazer essa lista. É isso.

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Os melhores filmes de 2017

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Essa foi talvez a lista mais difícil de fazer em muito tempo, também não lançada em nenhum portal, resolvi dar um tempo nos textos e repensar sobre alguns caminhos. Mas, diferente do ano passado, tanto o cinema autoral quanto o mainstream geraram grandes filmes e de gêneros variados. Nas minhas escolhas, os momentos de melancolia cotidiana acabaram se sobressaindo. Obras que foram muito marcantes em mim. Alguns longas como Me Chame Pelo Meu Nomes e As Boas Maneiras entrariam nos listados, mas como só estreiam oficialmente ano que vem, ficaram de fora.

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Os melhores filmes de 2016

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Um ano fraquíssimo de blockbusters, mas excelente para o cinema autoral. Inúmeros filmes incríveis e que já são inesquecíveis para mim. Não consegui ver todos que queria, a exemplo de A Chegada, Demônio de Neon e O Tesouro. Mas esta então é a minha listinha. Espero que gostem.

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Os melhores filmes de 2015

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Já havia saído há alguns dias no portal CinePOP uma lista parcial no qual indiquei dez grandes filmes que foram lançados esse ano. Entretanto ainda havia muitos títulos pendentes, alguns deles me encantaram profundamente e ganharam posições importantes. Conferi cerca de 400 longas-metragens em 2015, pretendia ver mais e fiquei devendo. Por outro lado foquei em obras bem comentadas e discutidas pela crítica e público. Novamente e felizmente o cinema nacional apareceu de maneira muito contundente, estando presente em boa quantidade e qualidade, deixando claro que estamos vivendo um dos nossos melhores momentos.

Tivemos a volta de grandes franquias, histórias pessoais e emocionantes, autores fazendo obras tematicamente pungentes e artisticamente fascinantes. Não foram apenas as bilheterias que explodiram, os cineastas estavam inspirados, foram ótimas produções dos mais distintos países e estilos. Segue então abaixo as minhas indicações de quinze filmes essenciais lançados em 2015. É isso, agradeço pelo feedback (CinePOP, Cinema com Rapadura e Cine Alerta) e desejo a todos um fantástico novo ano.

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Os melhores filmes de 2014

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Divulguei há algumas semanas no portal CinePOP, como parte da matéria TOP10 CinePOP – Os melhores filmes de 2014, um lista inicial com dez longas-metragens, nacionais e internacionais, que foram lançados por aqui esse ano e me chamaram atenção. Decidi acrescentar mais alguns e citar outros títulos também excelentes.

Foi uma safra de ótimas produções cinematográficas, de modo que tivemos inúmeros grandes filmes dos mais variados gêneros, estilos e países. Surgiram personagens inesquecíveis; tramas intrigantes; questionamentos sociais; estudos antropológicos; o amor doentio da possessão; o desejo do poder; uma vida inteira passada em tela; a humanização de um monstro; as mais variadas dores da alma; a complexidade cotidiana; a música em sua essência; enfim, a luta pelo simples prazer de viver e sentir.

Segue então abaixo algumas obras indispensáveis de 2014, pra quem aprecia o bom cinema:

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Coutinho e a complexidade de ser simples

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De certa maneira, a história nos ensina que ser original é conceito fundamental para criar grandes obras e chegar à total ascensão pública e artística. O sucesso momentâneo não está apenas ligado à falta de qualidade inventiva, também se relaciona ao que podemos chamar de base ideológica. Se não, basta observar as muitas figuras que, ao longo do tempo, aparecem com incríveis ideias, mas logo em seguida, abandonam por completo motes que pareciam fixos. Entretanto, é correto afirmar que nem sempre o novo e diverso foram fatores pontuais para que alguns artistas pudessem ser venerados além da contemporaneidade.

Atemo-nos, então, à cultura brasileira que em todas as mídias revelou importantes nomes que enxergaram a beleza do banal e até hoje são consagrados e referenciados por novos entusiastas. Na literatura, o pernambucano Nelson Rodrigues conseguiu expor o trágico, mundano e ridículo da vida diária, com muita pujança, deixando de lado o rebuscado da psicologia acadêmica. A música de Chico Buarque, um dos maiores ícones da MPB, apesar de ser gramatica e filosoficamente rica, tem como tema recorrente o dia-a-dia. Na canção Cotidiano, Chico ressalta o amor através da rotina de um casal que repete, continuamente, um ritual burocrático que, no fim das contas, acaba sendo o alicerce da relação.

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